domingo, 31 de agosto de 2008

Dá para acreditar?

Hospital tornou-se cenário para crimes em NITERÓI -(saiu no jornal semana passada).
Funcionários ou pacientes, todos têm medo do seqüestro relâmpago
Os funcionários do Hospital Municipal Orêncio de Freitas, no Barreto, em Niterói, são as mais novas vítimas da violência na cidade. E pior, dentro do ambiente de trabalho. Na maioria dos casos, as vítimas são rendidas no estacionamento do hospital e levadas em seqüestro relâmpago.
A situação chegou a tal ponto que a secretária municipal de Saúde, esteve reunida, durante toda amanhã de ontem, comos representantes da Associação de Moradores local, com a direção-geral do Hospital Municipal Orêncio
de Freitas e com a coordenação do Programa Médico de Família ( PMF) que atua na comunidade. Em pauta, foram debatidos meios para garantir a segurança tanto dos profissionais de saúde quanto dos usuários que freqüentem a unidade.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde decidiu que a Guarda Municipal irá assumir asegurança do local, já no início desetembro. Também ficou definida a colocação de uma guarita na entrada do hospital, a construção de um muro em um dos acessos à unidade e a revisão de pontos mal iluminados no pátio interno.

Polícia desconhece crimes
O12º Batalhão de Polícia Militar (BPM), responsável pelo policiamento
da área, informou que o combate ao crime na região
é constante.
- A viatura do BPM sempre faz ronda pelas áreas de sua responsabilidade, no caso, no Barreto. Mas esse tipo de crime é uma novidade para nós. Ninguém nunca nos comunicou sobre isso. Eu vou entrar em contato com a direção do hospital para me inteirar deste caso e tomar a devida providência - anuncia o tenente-coronel Ricardo Pacheco, comandante do 12º BPM.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

" Motivos" Estréia II

Me dei conta que praticamente não fiz uma abertura oficial desse blog, comecei brincando, claro que achei divertido o pensar documentado e o ocorrido registrado, mas timidamente mantive a vontade de compartilhar com os amigos sonhadores a vontade de imigrar para o Quebec.
Nós temos uma história que nos conduz para uma mudança radical ha alguns anos, somos do Rio e a questão da violência é uma questão que vem nos sacudindo a mudar. Eu e meu marido crescemos na pureza, mas amadurecemos com o medo, lá aprendemos a não relaxar nas ruas, nos engarrafamentos, nas noites, e haja insulfilm nos vidros. Quem acha q estou exagerando, o problema não é meu, essa é a minha vivência e ponto. Amo minha a cidade Nikity City, mas queria proporcionar ao meu filho uma vida mais tranquila, e sei q lá isso não será possível.

Eu sempre soube q o melhor do Rio eram os cariocas, e isso eu não mudo mesmo, sem contar com o Fluminense(quem nasce em Niterói, somos barristas, não se esqueça) é um povo alegre e piadista, eu adoro pegar um ônibus e conversar com uma pessoa q não conheço e q nem vou conhecer, e me sentir em casa quando ando pelas ruas do Centro da cidade, muito bom sim. Mas não deixe de colocar a bolsa pra frente e olhar pra trás de vez em quando!



Viver em Brasília é uma situação relativamente nova pra nós, são três anos aqui, aprendemos a gostar da cidade, o que nos trouxe uma qualidade de vida diferente da que vivíamos, na questão do trânsito, eu sei q não está fácil, mas não se compara o q vivemos lá, e ainda destaco que a violência não fica pra trás, inacreditável o nosso carro foi furtado três vezes aqui, o problema não é o rádio que levam , mas a porta danificada, QUE COISA!!! E a outra questão é o trabalho, a de Gestão Federal em Saúde Pública, é um aprendizado muito dinâmico e inovador, deu um “up” em nossa carreira profissional sim. Mas sempre soube q aqui não seria “o ponto final”, antes de vir já estávamos com convite para Nova York, mas não rolou, e o Quebec, em 2006 com a palestra do Roque no memorial JK, passou ser a nossa meta. Eu sei q a palestra foi um tanto fantasiosa, tipo, venha para o Quebec vc também, mas a possibilidade de um país aceitar imigrantes dentro de um processo legal, e estar aberto para isso, me motivou acima de tudo um Olhar para o Quebec diferenciado. Eu me lembro q a palestra ocorreu num final de semana de junho, e em julho já estava no intensivão da Aliança Francesa.

Entendo que esses anos em Brasília nos ajudou a amadurecer a vontade de sair do país, vivenciamos o deixar os amigos e familiares, que não estão tão distantes, mas distantes, e além disso desfizemos a nossa casa lá, e com ela todos os nossos móveis, muitos livros e cacarecos familiares, pois não trouxemos nada pra cá (ainda tenho umas caixas cheias de coisas na casa de minha mãe). Saímos de uma casa grande de 3 quartos para um apê de 2, com tudo bem provisório. Isso não foi muito fácil pois temos 13 anos de casados, e como juntamos coisas! É impressionante, né! Sempre gostei de casa, louças e tal, aqui aprendí a me desgarrar, mudei até o estilo dos móveis, não quero comprar nada “pra sempre”, tipo madeira boa, resistente, incorporei a praticidade da coisa, espaços livres, estou ha três anos totalmente clean...risos

Outra situação interessante quando estamos longe da família, é a abertura para fazer amigos e disponibilidade para correspondê-los, caramba nunca tive tantos eventos para ir, não paramos em casa nos fins de semana. E são pessoas bem queridas, sinto que Deus preparou isso para nós.

Só voltando na questão de motivos para imigrar para o Quebec, eu colocaria na seguinte ordem de prioridades da nossa família:

1º Qualidade de Vida- viver numa sociedade mais equanime, com direitos e deveres realmente preservados, incluindo a segurança nesse item;
2ª Educação: proporcionar ao filhote uma oportunidade bilingue no aprendizado;
3º Crescimento: pessoal e profissional;
4º Processo de Imigração: estimulado pela província do Quebec (ao menos era);
5°Simplismente viver novas experiências.
É isso!Por enquanto...

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Encontro Parque da Cidade

Povo,
Tenho muito o que postar, mas como fiquei muito ausente nesse tempo todo, vou registrar aqui o Encontro da nossa Comú, que foi no Parque da Cidade. FOI MUITO BOM!
É sempre estimulante esses encontros, um bate-papo gostoso, risos e brincadeiras, sonharmos juntos, somos amigos mesmo, legal, né!
Pois é, parecia que estávamos na varanda de casa, ficamos de aproximadamente 10:30 às 16 h (mas nós chegamos umas 11), e nem sentimos o tempo passar.
Foi também a despedida do Bruno, que partirá já no próximo domingo: Boa sorte Bruno!
Depois contarei com detalhes sobre o último contato do Escritório com a nossa família.
Bjão!
Andreia